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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Mapa conceitual Almeida Filho

Problematização - Exercise 2

Navegar é preciso sim! Tecnologia não é só computador e internet, o uso de livro e caneta também faz parte da tecnologia. Livros, quadros e giz tem sido ferramentas tecnológicas primordiais para expandir recursos na educação ao longo dos anos. A fala do professor é a mediação do professor e essas tecnologias ajudam no instrumento de ensino; Mais recentemente, surgiu as TICs para abordar novos métodos com as novas tecnologias (O uso de computador, internet e softsware educacionais. Para o professor de língua estrangeira, o uso do livro junto com o CD são os métodos mais utilizados hoje em dia. Dorothy Zemach e Henry Widdowson citaram este método de ensino onde já é integrado um kit para o professor, geralmente o livro dá tudo mastigado, claro que esses métodos ajudam muito o professor na hora de lecionar mas um professor bem qualificado não deve limitar seu instrumento de trabalho, e tecnologia tem sido um ótimo explorador de novidades. Mas o que ocorre com esse professor que não está integrado nessa nova era? Foi discutido em sala, a questão da própria exclusão moderna de professores, a tecnologia ainda tem sido grande inimiga de educadores mais antigos(e até mesmo jovens). Os alunos de hoje não se interessam mais por métodos antigos, cabemos a nós professor, chamar a atenção do aluno de acordo com a época em que eles vivem e a tecnologia é o point dos jovens e deveremos usar isso em sala de aula para chamar a atenção dos mesmos. Como defende Blake(2009), os profissionais de ensino de línguas precisam de inteirar a respeito das potenciais vantagens do uso da tecnologia em suas práticas e também saber que cada recurso tecnológico apresenta diferentes benefícios para o aprendizado de LE. Desde da criação da escrita até o computador. O quadro de giz não deverá ser deixado de mão, ele contém informações visuais, conceitos e resumos históricos para uma sala de aula cheia de alunos. Aparelhos fonógrafos, gravadores, rádios, discman, mp3, notebook, datashow, essa foi a evolução tecnológica que vem ocorrendo com mais velocidade. Não devemos descartar a ideia de que descartar a tecnologia seria útil, ela realmente facilita muito em todos os aspectos. O CALL Behavorista foi introduzido na década de 50 é um método mais antigo de "escutar e repetir, escutar e repetir..." o Call Comunicativo foi introduzido na década de 1970 era através de atividades para incentivarem os alunos serem mais autênticos e desenvolvidos porém seu uso ainda assim é limitado, mesmo que seja ensinado de forma comunicativa. Já o CALL Integrativo é todo os dois juntos porém com o auxilio de computadores e foi introduzido recentemente(séc. 20). O Call integrativo será utilizado totalmente quando os computadores forem tratados sempre como algo secundário e não primário, de fato computador não é só internet. Através das TICs já estão sendo utilizados programas offlines, o uso da internet, DVD's e vários meios já estão no nosso cotidiano, de acordo com breve resumo de Eliane Carolina de Oliveira o uso de computadores são aliados ou inimigos? O que vocês acham da ideia que existe que estão tentando robotizar os alunos com o uso de ferramentas tecnológicas? MATERIAIS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA - Processos de criação e contextos de uso. Campinas, SP. Mercado de Letras. Ed.1. 2013.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Bom dia a todos! Precisando de um notebook de imediato para manter minhas atividades em dias. Rsrs Estou a procura de um, se alguém quiser me da. KK Enfim. As aulas presenciais do curso acabaram e só tem as não presenciais agora. Vou sentir saudade das quartas de verdade, gostava muito dos debates e das pessoas do curso. Inclusive da Prof. Espero que tenha uma segunda etapa e espero ser mais participativa também! Beijão a todos, espero que essa semana conclua as tarefas e possa terminar de responder o questionário.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Com a ajuda das modernas ferramentas da neurociência é possível descobrir o que acontece no cérebro da criança e como se desenvolve. Look this! "Patricia Kuhl shares astonishing findings about how babies learn one language over another — by listening to the humans around them and "taking statistics" on the sounds they need to know. Clever lab experiments (and brain scans) show how 6-month-old babies use sophisticated reasoning to understand their world. (Filmed at TEDxRainier.)" http://www.ted.com/talks/patricia_kuhl_the_linguistic_genius_of_babies#t-17100 (copie o link e cole no navegador)
Com base no vídeo postado sobre a educação 3.0. Achei bacana deixar um texto pra explicar melhor o que é: ‘Educação 3.0 é a tecnologia que integra pessoas’ Pesquisador defende o uso de toda e qualquer tecnologia na sala de aula, desde que os professores estejam preparados por Vinícius Bopprê “A mera presença dos objetos técnicos em sala de aula não significa necessariamente inovação. Pode até ser um grande retrocesso. O computador sozinho não faz nada”, afirma Edvaldo Couto, professor da Universidade Federal da Bahia. Doutor em Educação pela Unicamp e palestrante das duas edições do InovaEduca 3.0, SP e Recife, ele trabalha em suas pesquisas temas como cibercultura, tecnologias educacionais e criação de narrativas em ambientes digitais. Defensor assíduo do “uso de toda e qualquer tecnologia em sala de aula”, Edvaldo acredita que a Educação 3.0 será aplicada com sucesso quando alguns problemas estiveram solucionados, como a falta de infraestrutura nas escolas e a má formação tecnológica dos professores. Em entrevista ao Porvir, o professor abordou as questões que permeiam o uso da tecnologia na sala de aula, como isso tem sido feito no Brasil e as perspectivas educacionais para um futuro próximo. Confira: Como usar a tecnologia de forma inovadora? A mera presença dos objetos técnicos em sala de aula não significa necessariamente inovação. Pode até ser um grande retrocesso. O computador sozinho não faz nada. A Educação 3.0 é a tecnologia de pessoas, que integra pessoas. Para usar as tecnologias digitais de forma inovadora nas práticas docentes, precisamos solucionar simultaneamente três problemas: 1 – Melhorar a infraestrutura tecnológica. Existem escolas que receberam computadores e não têm luz elétrica ou acesso à internet. Muitas escolas não têm água potável, não têm biblioteca, não tem sequer professores. Para complicar, os computadores são em número limitado, não tem para todos. É preciso ampliar e criar novas políticas públicas capazes de construir uma boa infraestrutura tecnológica nas escolas. 2 – Melhorar o acesso à rede. A banda larga no Brasil é uma piada. É preciso investir e melhorar a banda larga, entender que conexão é uma necessidade básica da população. Os custos no Brasil, por um serviço sempre ruim, são altíssimos. Precisamos reduzir drasticamente o custo e ampliar a velocidade da rede. A internet veloz precisa estar disponível nas escolas. Não pode ser um projeto de algumas escolas particulares e muito caras. Deve ser presença em todas as escolas. Em cada escola pública. 3 – Formar adequadamente os professores para a cultura digital. Muitos professores não sabem o que nem como fazer uso das tecnologias digitais em suas práticas docentes. Não pode ser apenas um cursinho de poucos horas para ensinar a ligar e desligar aparelhos. Os professores devem ser letrados digitalmente, ter autonomia e liberdade, precisam ser sujeitos integrados na cultura digital. Esses três pontos na verdade ressaltam que, quando se fala em tecnologias digitais não mais falamos em máquinas, mas em pessoas conectadas, fazendo coisas incríveis porque estão juntas, trabalham em parceria, de modo coletivo. Se as pessoas não estiverem conectadas e não tiverem liberdade para discutir e criar, nada mudará na educação. Uma de suas pesquisas é voltada para a Narrativas de Professores nas Redes Sociais Digitais. Como elas podem auxiliar no processo de aprendizado? É possível que o mais extraordinário da nossa época seja o fato de qualquer pessoa conectada à internet poder narrar a sua história, contar sobre o seu modo de ver os acontecimentos, opinar sobre um produto, discutir e difundir ideias. A Web 3.0 potencializou essa condição e permitiu a cada um narrar e publicar suas experiências. Então, as narrativas, sobretudo as pessoais, se multiplicam a cada dia nessa esfera pública que é a rede. Muitos professores vivem conectados, são incríveis narradores de si, mas sobretudo de suas práticas docentes. Essas narrativas de professores, especialmente nas redes sociais digitais, orientam, estimulam e se misturam a milhares de outras narrativas de alunos. Qualquer processo de ensino e aprendizagem se mostra mais rico e interessante em meio a essas trocas contínuas. Como deve ser o processo de integração desse professor na cultura das redes sociais? Essa é uma boa questão, porque de fato vivemos uma estimulante e sedutora cultura das redes sociais digitais. Muitos são os professores integrados a algumas dessas redes, mas poucos usam as potencialidades desses ambientes nas suas práticas pedagógicas. Esse parece ser o nosso maior desafio: incentivar professores a inovarem práticas docentes usando as redes sociais digitais. E aqui o importante não é apenas distribuir tarefas, mas, principalmente, criar e manter espaços continuos e ativos de discussões, produções e difusões de conhecimentos. E como definir a Educação 3.0? A educação 3.0 traz as tecnologias digitais para a sala de aula para estimular a produção e a troca de conhecimentos. A ênfase não deve estar nos objetos técnicos, seus ambientes e aplicativos, mas nas intereações, nas trocas, no fazer coletivo. Então a sala de aula passa a ser qualquer ambiente onde as pessoas se conectam umas às outras e criam, encontram soluções para seus problemas, enfrentam coletivamente seus dilemas. Onde há pessoas conectadas, tem ensino e aprendizagem mediados por tecnologias digitais. O professor não é mais aquele que transmite um determinado saber pronto. Ser professor na cultura digital implica coordenar, orientar, incentivar a aprendizagem calaborativa e cada vez mais personalizada. Não se trata mais de uma mesma tarefa para todos num determinado espaço e tempo. O professor agora é aquele que coordena as atividades em torno de algum problema ou de determinados problemas. Assim, muitos grupos, em diferentes espaços e tempos, podem trabalhar em conjunto. Cada professor, cada aluno, pode abrir uma frente de investigação e todos podem compartilhar dúvidas e descobertas. A troca contínua de experiências passa a ser um valor fundamental da Educação 3.0. Ela depende menos dos objetos técnicos utilizados e mais das articulações que são feitas. Estar conectado passa a ser a condição desse “estar junto e produzir coletivamente”. Como ela tem sido usada no Brasil? Essas experiências estão presentes em muitas escolas no Brasil. Mas ainda não é o suficiente, porque em muitos ambientes escolares o modelo trasmissivo impera. Os usos frequentes das tecnologias digitais nos processos de ensino e aprendizagem vão mudar radicalmente o modo como concebemos a educação. Essas mudanças já podem ser percebida onde encontramos professores e alunos engajados, motivados e prontos para enfrentar os desafios de hoje e do futuro. O importante aqui é perceber que o aprendizado se dá por meio de ações continuadas, que não se restringem às oportunidades apresentadas pelo professor, dentro de uma sala de aula tradicional. As pessoas estão cada vez mais conectadas e isso permite explorar muitas possibilidades, criar de muitas maneiras, cada um pode desenvolver o seu ritmo de aprendizagem, abrir-se para experiências sempre renovadas. Como seria a educação ideal para os próximos 5 (talvez 10) anos? Não me agrada muito pensar em certas visões tão difundidas de alunos enfileirados na frente do computador. Com as tecnologias móveis e cada vez menores, as pessoas estão conectadas umas às outras por meio de muitos aparelhos. A tendência é que esses aparelhos se tornem progressivamente quase imperceptíveis. Hoje já falamos numa internet corporal. Cada corpo se conectará a outros corpos. As máquinas, como intermediárias da conexão, poderão desaparecer. Restarão as pessoas conectadas e inventivas. Essa seria a realização mais plena do ciborgue. As escolas tradicionais funcionarão ainda por muito tempo e provavelmente algumas gerações ainda lutarão por inovações pedagógicas sempre aprisionadas por burocracias na gestão escolar. Os avanços serão tímidos, mas já importantes, como alguns já citados. Viveremos ainda um bom tempo entre paredes e redes. Mas também é possível desejar e imaginar que brevemente as paredes poderão ser derrubadas e que a escola será não um lugar, mas a extraordinária rede de conexões das pessoas cada vez mais empenhadas em processos de ensino e aprendizagem colaborativos. Aí a sociedade do conhecimento será de fato construída e vivenciada democraticamente.

Verdades da Profissão de Professor

"Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho. A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda". (Paulo Freire)
O professor ajuda na formação da sociedade e é espelhado em seus alunos, se um professor não tem responsabilidade em educar seus alunos logo os seus alunos se rebelar contra a disciplina, a escola e o professor. As crianças necessitam de um modelo para se espelharem no futuro e os pais são importante no dentro de casa e o professor no mundo à fora, apesar de não ser mais considerada uma profissão de privilegio ser professor é muito mais do que ensinar. Ser professor é educar, ensinar ética, saber dominar o assunto e passar de uma forma que os alunos consigam aprender e gostarem da aula! Aprendemos na escola a respeitar os colegas, a respeitar os professores e superiores, a desenvolver capacidades para seu futuro e prepara-lo para a vida. Segundo Paulo Freire, o professor é o facilitador de contéudo, é ele quem media seus saberes e conhecimentos para os alunos, é apontar para o aluno poder seguir diante. A humanidade precisa de educadores com visão emancipada, que possibilitem transformar as informações em conhecimento e em consciência crítica, para formar cidadãos sensíveis e que busquem um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável para todos. Ser professor vai bem além de apenas ensinar, é necessário dar duro nas preparações e produções em sala de aula. Digo que, apesar de não ser vista como uma boa profissão, ainda assim acredito na educação do Brasil.